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Escrita, pontuação e leitura na Web 07/05/2008

Posted by danielbohn in Produção de Conteúdo.
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UOL > Olimpíadas

>>>http://olimpiadas.uol.com.br/ultimas/2008/05/05/ult5584u1460.jhtm

A grande possibilidade de realizar ligações semânticas (vermelho), dada a polêmica que vem acompanhando a passagem da tocha olímpica pela cidades do mundo na discussão sobre as questões referentes ao Tibet e ainda as personalidades que carregam a tocha, de regra, atletas ou ex-atletas que conquistaram títulos importantes, seria uma fonte rica para levar ao leitor mais informações do que o próprio post em si. Poderia sugerir a colocação de um link para as fotos no próprio texto, além do que existe na mesma página abaixo da ilustração (verde).

>>>http://olimpiadas.uol.com.br/ultimas/2008/05/05/ult5584u1458.jhtm

A ausência de conexões neste texto demonstra que ele não foi desenvolvido no intuito de receber hipertextos, apesar do esportista em questão, Kaká, ser um jogador de renome que desperta interesse ao público. Não há estímulo à interatividade do leitor. “Na última semana, Kaká evitou falar sobre o assunto ao ser questionado pelo UOL Esporte.” É marcante a ausência de percepção da importância da ligação semântica, já que seria interessante para o leitor saber porque o jogador Kaká evitou falar sobre o assunto dias atrás.

UOL > Jogos

>>>http://jogos.uol.com.br/ultnot/multi/2008/05/04/ult530u6022.jhtm

Este artigo é claramente dirigido a íntimos da áreas de games, pois cita nomes de agências sem fazer uma descrição aprofundada nem mesmo ligações com seus respectivos sites ou com outros textos relacionados (vermelho). Isso mostra que o site espera que o leitor seja alguém com o mínimo conhecimento sobre o assunto.

Desta forma, não foi pensado para receber HTXT, pois a possibilidade de ligações com outros blogs existe e não foi realizada. Cita, inclusive, uma informação escrita pela executiva-chefe da SCi, mas não direciona o leitor para o post original. A interação com o usuário deixa a desejar, já que não há ligações semânticas para outros sites. Ao contrário disso, apenas oferece uma galeria de imagens sobre um dos jogos que formam título da matéria, no caso Tomb Raider (verde).

>>>http://jogos.uol.com.br/ultnot/multi/2008/05/05/ult530u6024.jhtm

Assim como no post citado anteriormente, “Lançamentos: de EA e Spielberg, ‘Boom Blox’ chega ao Wii” parece que não foi produzido com o intuito de trazer boa interatividade ao usuário, através de ligações semânticas. Observamos várias expressões que poderiam ser relacionadas com as páginas que serviram de fonte para o artigo, mas isso não foi feito (vermelho). Um leitor que não conheça o filme Speed Racer, por exemplo, perde a oportunidade de saber mais a respeito, já que não há ligação entre a expressão e um artigo ou site sobre o filme.

Os jogos citados ao decorrer do texto são, da mesma forma, desprezados. No entanto, já no final o autor lista lançamentos de games, de vários consoles diferentes, cada um possuindo um hiperlink (verde) para uma nova página, onde várias fotos do jogo estão disponíveis. Mesmo assim, não há maiores informações sobre o jogo nesta página.

Provavelmente, o público alvo deste site dá preferência à observação das imagens frente a um texto explicativo, já que conta com uma maioria de crianças. Porém, para um leitor que está à procura de maiores informações técnicas, a organização da seção de Jogos deixa a desejar.

GRUPO: Daniel e Clarice

Mashups. Junte tudo e faça a festa. 23/03/2008

Posted by danielbohn in Produção de Conteúdo.
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Hoje em dia é muito comum encontrarmos recursos na Web que seriam bem aproveitados em outros sites. Esses recursos são denominados mashups, ou seja, aplicações que combinam conteúdos de outras ferramentas e formam novas. Normalmente, utilizam-se API’s (Interfaces de Programação de Aplicações) para realizar tais combinações.

Pose-se citar GoogleMaps, YouTube, Flickr e Del.icio.us como aplicações mashups muito utilizados atualmente. Também utilizam-se feeds RSS e Javascript como “mini aplicativos” na web, disponíveis para serem incorporados a outros sites para expandir suas funcionalidades. Trata-se de uma realidade responsável por uma grande integração entre usuários no incrível mundo da Web 2.0.

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Web 2.0 16/03/2008

Posted by danielbohn in Produção de Conteúdo.
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A Web por usuários, para usuários. Uma tendência e uma realidade que torna essa rede cada vez mais ampla. A partir de descentralização do mundo virtual e criação da “cauda longa”, passou-se a utilizarmos a Web como uma plataforma que não tem fronteiras rígidas e não tem foco em sites de grandes empresas. Pelo contrário, é um “centro gravitacional” que abriga manifestações de inteligência coletiva com interatividade muitas vezes equivalente à do PC. Alguns exemplos são a Wikipédia, as ferramentas da Google (“AJAX”), assim como da Yahoo, blogs, fóruns, etc. Os softwares viraram serviços de constantes atualizações, satisfazendo, de maneira mais imediata, as necessidades dos usuários.

Também o RSS possibilita maior interatividade entre os usuários, de forma que não é mais preciso acessar vários sites para obter vários tipos de informação, elas vêm até o internauta.

É interessante uma colaboração efetiva e ética dos usuários para que a rede continue crescendo para o bem-estar de todos e não se utilize dessa inteligência para afetar negativamente o mundo digital da Web.

Experiência Rica do Usuário:

Grupo: Bárbara, Daniel e Gabriela.

Internet… 09/03/2008

Posted by danielbohn in Produção de Conteúdo.
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A Internet de hoje abrange áreas muitíssimo vastas, sendo essencial para boa parte da movimentação econômica mundial. Desenvolvida inicialmente para fins militares, nos EUA, possibilitava a troca de pacotes de dados entre as bases. No entanto, a Internet que conhecemos hoje só foi possível através do trabalho memorável de Tim Berners-Lee, um cientista do CERN, na Suíça. Denominada World Wide Web, a rede de computadores que Tim criou interligava sistemas de pesquisas científicas, acadêmicas e de universidades. A WWW tornou o acesso à rede mundial prática e interativa a partir de 1991, com a chegada da HTML e da HTTP. Nessa época, pouco mais de cinco milhões de pessoas estavam conectadas. Hoje, esse número já alcançou a casa dos bilhões de usuários e estima-se que seja usada por quase 17% da população mundial.

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